
(…) se calhar, em muitos lugares do mundo, vivem e morrem, sem fazer barulho, pessoas muito superiores àquelas que a gente vê a andar, dum lado para o outro, na cena da vida, a talharem o nosso destino comum. (…) Se essas pessoas, um dia, emergirem do silêncio em que as deixámos, talvez, possamos encontrar-nos com a paz e a alegria cuja promessa pressentimos, sufocada e muda, dentro das entranhas do tempo.
Excerto de “Tia Suzana, Meu amor”, de António Alçada Baptista, Ed. Presença.








Benoit Paillé
0Benoit Paillé, Canadá, aborda, conversa e fotografa estranhos nas ruas de Montreal para o seu projecto “Stranger“.
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