Quando o vínculo profissional se transforma numa qualquer espécie de contrato matrimonial que mistura culpa e ansiedade com surpresa e negação, sabemos que encontrámos a altura certa para mudar de emprego.
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4 Comentários
nós somos agentes de transformacao, logo temos de tudo fazer para nao casar. Um gajo casa por razoes que em nada se podem confundir com as da opcoes profissionais. Depois no dia a dia nao temos, nem devemos, ter manifestacoes de ternura, de afecto. Sobre divorcio falamos
Estou a ver a coisa bem ou implicas que casamento (fora do ambiente corporativo) = culpa / ansiedade / surpresa / negação?
Se assim é, o melhor mesmo é não casar nunca, nem na vida real nem na vida corporativa (e assim sendo sempre se evita o divórcio….)
Talvez prefira olhar pela perspectiva de plataformas de crescimento: chega-se a um momento tal que é altura de mudar de escola. Ir aprender outras coisas… Fico feliz pela libertação.
que as libertacoes nao sejam libertinas, quer nas causas, quer nas consequencias
Eu diria “Viva a Libertinagem!”, “viva a inconsequência boémia”, “venha essa ressaca criativa…” ;-P