Quero o divórcio, Sr. Administrador

Quando o vínculo profissional se transforma numa qualquer espécie de contrato matrimonial que mistura culpa e ansiedade com surpresa e negação, sabemos que encontrámos a altura certa para mudar de emprego.

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4 Comentários

  1. cotacolares
    Publicado 20 de Março de 2006 às 18:17 | Link

    nós somos agentes de transformacao, logo temos de tudo fazer para nao casar. Um gajo casa por razoes que em nada se podem confundir com as da opcoes profissionais. Depois no dia a dia nao temos, nem devemos, ter manifestacoes de ternura, de afecto. Sobre divorcio falamos

  2. Eu
    Publicado 22 de Março de 2006 às 4:03 | Link

    Estou a ver a coisa bem ou implicas que casamento (fora do ambiente corporativo) = culpa / ansiedade / surpresa / negação?
    Se assim é, o melhor mesmo é não casar nunca, nem na vida real nem na vida corporativa (e assim sendo sempre se evita o divórcio….)
    Talvez prefira olhar pela perspectiva de plataformas de crescimento: chega-se a um momento tal que é altura de mudar de escola. Ir aprender outras coisas… Fico feliz pela libertação.

  3. cotacolares
    Publicado 22 de Março de 2006 às 13:55 | Link

    que as libertacoes nao sejam libertinas, quer nas causas, quer nas consequencias

  4. Publicado 22 de Março de 2006 às 14:39 | Link

    Eu diria “Viva a Libertinagem!”, “viva a inconsequência boémia”, “venha essa ressaca criativa…” ;-P

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