Paternidade

Ao telefone, de Londres, o meu pai comenta que tem exames médicos marcados para a semana que se avizinha: “O Dr. Stewart acha que tenho o fígado ligeiramente inchado…”. Oiço-lhe medo na voz. Digo: “Dentro de dois dias estou aí”.

Responde que não é preciso, que é coisa de rotina, mas cede rapidamente quanto insisto.

A paternidade foi a única forma que o meu pai encontrou para pedir ajuda.

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