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><channel><title>O Manancial da Noite &#187; Livros</title> <atom:link href="http://www.omanancialdanoite.com/livros/feed" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.omanancialdanoite.com</link> <description>Notas sobre fotografia, música, cinema, internet e design.</description> <lastBuildDate>Sun, 25 Apr 2010 20:17:23 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <item><title>A Separação é Difícil</title><link>http://www.omanancialdanoite.com/livros/a-separacao-e-dificil</link> <comments>http://www.omanancialdanoite.com/livros/a-separacao-e-dificil#comments</comments> <pubDate>Mon, 22 Feb 2010 12:11:29 +0000</pubDate> <dc:creator>Tiago</dc:creator> <category><![CDATA[Livros]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.omanancialdanoite.com/?p=2726</guid> <description><![CDATA[<blockquote><p>Não temos nada em comum &#8211; disse eu.<br
/> Somos duas pessoas completamente diferentes,<br
/> Não faz sentido nenhum que fiquemos juntos.<br
/> Mas ela começou a esfregar-me o pénis através das calças<br
/> E lembrei-me de repente que ambos</p></blockquote><p>&#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Não temos nada em comum &#8211; disse eu.<br
/> Somos duas pessoas completamente diferentes,<br
/> Não faz sentido nenhum que fiquemos juntos.<br
/> Mas ela começou a esfregar-me o pénis através das calças<br
/> E lembrei-me de repente que ambos gostamos de comida indiana&#8230;</p></blockquote><p><a
href="http://www.halsirowitz.com/" target="_blank">Hal Sirowitz</a> (tradução de <a
href="http://www.joseluispeixoto.net/" target="_blank">José Luís Peixoto</a>)</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.omanancialdanoite.com/livros/a-separacao-e-dificil/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>A Promessa Pressentida</title><link>http://www.omanancialdanoite.com/livros/a-promessa-pressentida</link> <comments>http://www.omanancialdanoite.com/livros/a-promessa-pressentida#comments</comments> <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 12:40:11 +0000</pubDate> <dc:creator>Tiago</dc:creator> <category><![CDATA[Livros]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.omanancialdanoite.com/?p=2714</guid> <description><![CDATA[<p><img
src="http://farm4.static.flickr.com/3586/3405202524_79c3c48f2a.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p><blockquote><p>(&#8230;) se calhar, em muitos lugares do mundo, vivem e morrem, sem fazer barulho, pessoas muito superiores àquelas que a gente vê a andar, dum lado para o outro, na cena da vida, a talharem o nosso destino comum.</p></blockquote><p>&#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://farm4.static.flickr.com/3586/3405202524_79c3c48f2a.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p><blockquote><p>(&#8230;) se calhar, em muitos lugares do mundo, vivem e morrem, sem fazer barulho, pessoas muito superiores àquelas que a gente vê a andar, dum lado para o outro, na cena da vida, a talharem o nosso destino comum. (&#8230;) Se essas pessoas, um dia, emergirem do silêncio em que as deixámos, talvez, possamos encontrar-nos com a paz e a alegria cuja promessa pressentimos, sufocada e muda, dentro das entranhas do tempo.</p></blockquote><p>Excerto de &#8220;Tia Suzana, Meu amor&#8221;, de António Alçada Baptista, Ed. Presença.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.omanancialdanoite.com/livros/a-promessa-pressentida/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>&#8216;Comunidade&#8217; de Luiz Pacheco</title><link>http://www.omanancialdanoite.com/livros/comunidade-de-luiz-pacheco</link> <comments>http://www.omanancialdanoite.com/livros/comunidade-de-luiz-pacheco#comments</comments> <pubDate>Wed, 07 Oct 2009 10:15:37 +0000</pubDate> <dc:creator>Tiago</dc:creator> <category><![CDATA[Livros]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.omanancialdanoite.com/?p=2227</guid> <description><![CDATA[<p><img
class="alignleft size-medium wp-image-2228" style="margin-left: 0px; margin-right: 15px;" title="pacheco" src="http://www.omanancialdanoite.com/wp-content/uploads/2009/10/pacheco-196x300.jpg" alt="pacheco" width="176" height="270" />Quis um livreiro na Feira do Livro deste ano que eu lhe entregasse para cima de quarenta euros por uma edição especial, ilustrada e assinada, do &#8216;Comunidade&#8217; do <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Pacheco" target="_blank">Luiz Pacheco</a>. Se lá estivesse ao meu lado, o Pacheco&#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
class="alignleft size-medium wp-image-2228" style="margin-left: 0px; margin-right: 15px;" title="pacheco" src="http://www.omanancialdanoite.com/wp-content/uploads/2009/10/pacheco-196x300.jpg" alt="pacheco" width="176" height="270" />Quis um livreiro na Feira do Livro deste ano que eu lhe entregasse para cima de quarenta euros por uma edição especial, ilustrada e assinada, do &#8216;Comunidade&#8217; do <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Pacheco" target="_blank">Luiz Pacheco</a>. Se lá estivesse ao meu lado, o Pacheco teria certamente avisado: &#8220;Não sejas parvo pá!&#8221;. E não fui.</p><p>Originalmente publicado em 1964 pela Contraponto (editora fundada pelo autor), este pequeno livro de pouco mais de 30 páginas está esgotado &#8220;a montante&#8221; (de um estreito riacho editorial) há já algum tempo. Ora em 2007, a <a
href="http://www.perve.org.pt/" target="_blank">Perve Global</a> resolveu reedita-lo (edição limitada a algumas centenas de exemplares), com ilustrações do Artur Cruzeiro Seixas reproduzidas em serigrafia. Foi um destes exemplares que eu encontrei no referido escaparate da Feira do Livro. Como eu não sou grande apreciador do trabalho do Cruzeiro Seixas, resignei-me naquele dia à leitura de outros títulos do Pacheco.</p><p><span
id="more-2227"></span>Inusitadamente, ao sentar-me esta manhã em frente ao computador, ocorreu-me fazer uma pesquisa na internet por &#8216;Comunidade&#8217; de Luiz Pacheco. Fique pois o leitor a saber que a <a
href="http://www.almedina.net/" target="_blank">Almedina</a> disponibiliza a totalidade do referido manuscrito &#8211; ilustrações incluídas &#8211; <a
href="http://www.almedina.net/mall/almedina/Livros/indices/9780000060549.pdf" target="_blank">em formato pdf</a> para quem o quiser ler.</p><blockquote><p>Estendo o pé e toco com o calcanhar numa bochecha de carne macia e morna; viro-me para o lado esquerdo, de costas para a luz do candeeiro; e bafeja-me um hálito calmo e suave; faço um gesto ao acaso no escuro e a mão, involuntária tenaz de dedos, pulso, sangue latejante, descai-me sobre um seio morno nu ou numa cabecita de bebé, com um tufo de penugem preta no cocuruto da careca, a moleirinha latejante; respiramos na boca uns dos outros, trocamos pernas e braços, bafos suor uns com os outros, uns pelos outros, tão conchegados, tão embrulhados e enleados num mesmo calor como se as nossas veias e artérias transportassem o mesmo sangue girando, palpitassem, compassadamente, silenciosamente, duma igual vivificante seiva.</p><p>(&#8230;) A cama é larga, de madeira, alta, gingona, parece uma jangada. Eu comparo-a a uma jangada, onde vamos nós cinco, cercados de noite, de ventos, de ondas caprichosas, perigos desconhecidos. É uma imagem literária, esta, da cama-jangada; a literatura, a quem muito, sofregamente lê, dá isto: comparações para tudo, referências imprevistas, casos, tipos, situações paralelas que já houve ou foram inventadas, uma outra vida ou realidade como a nossa de todos os dias e que se infiltra no sangue, ferve na memória sem que a gente dê por isso. Não ajuda a viver, é certo, porque nada ajuda a viver; antes a figurar-se. Permite, talvez, uma certa coerência (interior). Não é importante, afinal &#8211; mas que será importante, afinal?</p><p>Vamos na jangada. Já estamos tão habituados que nem reparamos (é mesmo assim!). Antes de nascer o bebé, o Paulo Eduardo, era pior: havia sempre o receio por esse desconhecido, cuja cara não víamos, escondida como estava na barrica barriga da mãe, e não sabíamos quem era e como era e o que queria. Talvez um inimigo. Talvez um diferente de nós. Talvez um descontente. Um intruso. Ele só dava sinais (aliás, incompreensíveis, para quem não tiver grande prática) através dumas palpitações, remexidelas, cambalhotas, pontapés no escuro (longa noite primeira, o denso mar original), cabeçadas sob a pele de tambor esticada do odre materno. Mas apareceu e já estamos mais sossegados. Não é um estranho nem um inimigo. É um bebé, apenas um bebé. Um igual a tantos, ao que já fomos, e chora e borra e mija e mama como todos os bebés. Mama como quem está a puxar a vida do corpo da mãe, vida quente e docinha, tão fácil! tão gulosa!, para dentro dele. Caga e mija como quem ri do mundo, do muito que nele há para a gente rir, misérias e tristezas, aleluias e horas de prazer, que tudo vale o mesmo e tudo é o mesmo fumo e tem o mesmo fim. Chora como quem já sabe isso.</p></blockquote><p>&#8216;Comunidade&#8217;, Contraponto, 1964</p><p><em><a
href="http://luizpacheco.no.sapo.pt/" target="_blank">Luiz  Pacheco</a> &#8211; Escritor, crítico literário, polemista maldito, fundador da editora Contraponto,  nasceu em Lisboa em 1925. Próximo da tendência  surrealista, escreveu entre outras obras, &#8216;O Teodolito&#8217; (1962); &#8216;Comunidade&#8217; (1964); &#8216;Crítica de Circunstância&#8217; (1966); &#8216;O Libertino Passeia por  Braga, a Idolátrica, o Seu Esplendor&#8217; (1970); &#8216;Literatura Comestível&#8217; (1972); &#8216;Memorando Mirabolando&#8217; (1995).</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.omanancialdanoite.com/livros/comunidade-de-luiz-pacheco/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Fado?</title><link>http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/fado-2</link> <comments>http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/fado-2#comments</comments> <pubDate>Fri, 07 Aug 2009 21:48:42 +0000</pubDate> <dc:creator>Tiago</dc:creator> <category><![CDATA[Bloguices]]></category> <category><![CDATA[Dias Úteis]]></category> <category><![CDATA[Livros]]></category> <category><![CDATA[Álvaro de Campos]]></category> <category><![CDATA[bomba]]></category> <category><![CDATA[destino]]></category> <category><![CDATA[Fernando Pessoa]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.omanancialdanoite.com/?p=1652</guid> <description><![CDATA[<blockquote><p>Vou atirar uma bomba ao destino.</p></blockquote><p>(Álvaro de Campos, Poesia, 42, p. 264) via <a
href="http://pessoasempre.blogspot.com/" target="_blank">Pessoa para todas as ocasiões</a>.</p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Vou atirar uma bomba ao destino.</p></blockquote><p>(Álvaro de Campos, Poesia, 42, p. 264) via <a
href="http://pessoasempre.blogspot.com/" target="_blank">Pessoa para todas as ocasiões</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/fado-2/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>O Deus das pequenas coisas</title><link>http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/o-deus-das-pequenas-coisas</link> <comments>http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/o-deus-das-pequenas-coisas#comments</comments> <pubDate>Thu, 16 Jul 2009 10:35:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Sonia</dc:creator> <category><![CDATA[Dias Úteis]]></category> <category><![CDATA[Livros]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.omanancialdanoite.com/?p=1350</guid> <description><![CDATA[<p><img
alt="" src="http://asaudedoslivros.files.wordpress.com/2008/09/lobo-antunes.jpg" title="Antonio Lobo Antunes" class="alignnone" width="445" height="295" /></p><blockquote><p>(&#8230;) não me interessa, não quero. Interessam-me os meus amigos (tão poucos) interessa-me que haja sol, gosto de estar vivo embora, tão frequentemente, não  saiba o que fazer com a vida, não pretendo passar mais tempo debaixo de tanta</p></blockquote><p>&#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="" src="http://asaudedoslivros.files.wordpress.com/2008/09/lobo-antunes.jpg" title="Antonio Lobo Antunes" class="alignnone" width="445" height="295" /></p><blockquote><p>(&#8230;) não me interessa, não quero. Interessam-me os meus amigos (tão poucos) interessa-me que haja sol, gosto de estar vivo embora, tão frequentemente, não  saiba o que fazer com a vida, não pretendo passar mais tempo debaixo de tanta  lombada e ensurdecido por tanta berraria, interessam-me o silêncio, o ventinho nas árvores, a serra da Estrela&#8230;(&#8230;)</p></blockquote><p>António Lobo Antunes <em>in</em> <a
href="http://aeiou.visao.pt/" target="_blank">Visão</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/o-deus-das-pequenas-coisas/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Nirvana</title><link>http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/nirvana</link> <comments>http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/nirvana#comments</comments> <pubDate>Mon, 01 Jun 2009 11:56:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Tiago</dc:creator> <category><![CDATA[Dias Úteis]]></category> <category><![CDATA[Livros]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.omanancialdanoite.com/?p=1154</guid> <description><![CDATA[<p>not much chance, completely cut loose from purpose, he was a young man riding a bus through North Carolina on the wat to somewhere<br
/> and it began to snow<br
/> and the bus stopped at a little cafe in&#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>not much chance, completely cut loose from purpose, he was a young man riding a bus through North Carolina on the wat to somewhere<br
/> and it began to snow<br
/> and the bus stopped at a little cafe in the hills<br
/> and the passengers entered.<br
/> he sat at the counter with the others, he ordered and the food arived.<br
/> the meal was particularly good and the coffee.<br
/> the waitress was unlike the women he had known.<br
/> she was unaffected,<br
/> there was a natural humor which came from her.<br
/> the fry cook said crazy things.<br
/> the dishwasher.<br
/> in back, laughed, a good clean pleasant laugh.<br
/> the young man watched the snow through the windows.<br
/> he wanted to stay in that cafe forever.<br
/> the curious feeling swam through him that everything was beautiful there,<br
/> that it would always stay beautiful there.<br
/> then the bus driver told the passengers that it was time to board.<br
/> the young man thought, I&#8217;ll just sit here, I&#8217;ll just stay here.<br
/> but then he rose and followed the others into the bus.<br
/> he found his seat and looked at the cafe through the bus window.<br
/> then the bus moved off, down a curve, downward, out of the hills.<br
/> the young man looked straight foreward.<br
/> he heard the other passengers speaking of other things,<br
/> or they were reading or attempting to sleep.<br
/> they had not noticed the magic.<br
/> the young man put his head to one side,<br
/> closed his eyes, pretended to sleep.<br
/> there was nothing else to do &#8211; just to listen to the sound of the engine,<br
/> the sound of the tires in the snow.<br
/> - Charles Bukowski</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/nirvana/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>A metafísica do sucesso</title><link>http://www.omanancialdanoite.com/livros/a-metafisica-do-sucesso</link> <comments>http://www.omanancialdanoite.com/livros/a-metafisica-do-sucesso#comments</comments> <pubDate>Fri, 10 Apr 2009 12:05:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Tiago</dc:creator> <category><![CDATA[Livros]]></category> <category><![CDATA[Arno Gruen]]></category> <category><![CDATA[cultura]]></category> <category><![CDATA[metafísica]]></category> <category><![CDATA[sucesso]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/a-metafisica-do-sucesso</guid> <description><![CDATA[<blockquote><p>Na nossa cultura, a maior parte dos homens não tem a míninima hipótese de desenvolver uma personalidade que não esteja minada pela metafísica do sucesso</p></blockquote><p>- Arno Gruen em &#8220;A traição do Eu&#8221;</p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Na nossa cultura, a maior parte dos homens não tem a míninima hipótese de desenvolver uma personalidade que não esteja minada pela metafísica do sucesso</p></blockquote><p>- Arno Gruen em &#8220;A traição do Eu&#8221;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.omanancialdanoite.com/livros/a-metafisica-do-sucesso/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Um dia vou construir um castelo</title><link>http://www.omanancialdanoite.com/livros/um-dia-vou-construir-um-castelo</link> <comments>http://www.omanancialdanoite.com/livros/um-dia-vou-construir-um-castelo#comments</comments> <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 12:42:53 +0000</pubDate> <dc:creator>Tiago</dc:creator> <category><![CDATA[Livros]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/um-dia-vou-construir-um-castelo</guid> <description><![CDATA[<p>&#8220;Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.<br
/> Ser feliz é reconhecer que vale a pena&#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.<br
/> Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.<br
/> É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.<br
/> É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um &#8220;não&#8221;. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.<br
/> Pedras no caminho?<br
/> Guardo todas, um dia vou construir um castelo&#8230;&#8221;<br
/> &#8211; Fernando Pessoa</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.omanancialdanoite.com/livros/um-dia-vou-construir-um-castelo/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>António Lobo Antunes luta contra um cancro</title><link>http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/antonio-lobo-antunes-luta-contra-um-cancro</link> <comments>http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/antonio-lobo-antunes-luta-contra-um-cancro#comments</comments> <pubDate>Sun, 15 Apr 2007 17:51:59 +0000</pubDate> <dc:creator>Tiago</dc:creator> <category><![CDATA[Dias Úteis]]></category> <category><![CDATA[Livros]]></category> <category><![CDATA[António Lobo Antunes]]></category> <category><![CDATA[cancro]]></category> <category><![CDATA[doença]]></category> <category><![CDATA[Escrita]]></category> <category><![CDATA[escritor]]></category> <category><![CDATA[morte]]></category> <category><![CDATA[portugal]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/antonio-lobo-antunes-luta-contra-um-cancro</guid> <description><![CDATA[<blockquote><p>Não acreditava que um dia destes chegasse. E agora, Março de 2007, veio com a brutalidade de uma explosão no peito. Não imaginava que fosse assim, tão doloroso e, ao mesmo tempo, tão pouco digno como a velhice e a</p></blockquote><p>&#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Não acreditava que um dia destes chegasse. E agora, Março de 2007, veio com a brutalidade de uma explosão no peito. Não imaginava que fosse assim, tão doloroso e, ao mesmo tempo, tão pouco digno como a velhice e a decadência. Tão reles. O olhar de pena dos outros, palavras de esperança em que não têm fé.<br
/> (&#8230;) Mói e mata. Mata. Mata. Mata. Mata. Levou-me tantas das pessoas que mais queria. E eu, já agora, quero-me? Sim. Não. Sim. Não — sim.</p></blockquote><p>António Lobo Antunes, ecritor.</p><p>Diz o <a
href="http://www.publico.clix.pt/" target="_blank">jornal Público</a>: «O escritor António Lobo Antunes foi operado depois de lhe ter sido diagnosticado um cancro, revelou o próprio na sua crónica semanal na revista &#8220;Visão&#8221;.»</p><p><a
href="http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1290998&amp;idCanal=36" target="_blank">Notícia completa aqui</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/antonio-lobo-antunes-luta-contra-um-cancro/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>Enxurrada de mediocridade</title><link>http://www.omanancialdanoite.com/livros/enxurrada-de-mediocridade</link> <comments>http://www.omanancialdanoite.com/livros/enxurrada-de-mediocridade#comments</comments> <pubDate>Fri, 20 Oct 2006 11:00:16 +0000</pubDate> <dc:creator>Tiago</dc:creator> <category><![CDATA[Livros]]></category> <category><![CDATA[Lobo Antunes]]></category> <category><![CDATA[portugal]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/enxurrada-de-mediocridade</guid> <description><![CDATA[<blockquote><p>Eu fico sempre pasmado com a quantidade de livros que se publicam e fico de boca aberta com a satisfação destes autores que, quando vendem, pensam que puseram os portugueses a ler e é obvio que isso é uma treta,</p></blockquote><p>&#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Eu fico sempre pasmado com a quantidade de livros que se publicam e fico de boca aberta com a satisfação destes autores que, quando vendem, pensam que puseram os portugueses a ler e é obvio que isso é uma treta, porque são maus livros</p></blockquote><p>- <a
href="http://www.iplb.pt/pls/diplb/!get_page?pageid=401&amp;tpcontent=FA&amp;idaut=1695017&amp;idobra=&amp;format=NP405&amp;lang=PT" target="_blank">António Lobo Antunes</a>, escritor, em declarações feitas ontem ao <a
href="http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1273931&amp;idCanal=37" target="_blank">jornal PÚBLICO</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.omanancialdanoite.com/livros/enxurrada-de-mediocridade/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Deus do caos ou A filosofia do acaso</title><link>http://www.omanancialdanoite.com/livros/deus-do-caos-ou-a-filosofia-do-acaso</link> <comments>http://www.omanancialdanoite.com/livros/deus-do-caos-ou-a-filosofia-do-acaso#comments</comments> <pubDate>Thu, 20 Apr 2006 12:25:16 +0000</pubDate> <dc:creator>Tiago</dc:creator> <category><![CDATA[Livros]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/deus-do-caos-ou-a-filosofia-do-acaso</guid> <description><![CDATA[<p>&#8220;(&#8230;) não somos nada nas mãos do acaso, e não há mais filosofia do que esta: deixar andar, tanto faz, hoje ou amanhã morremos todos, daqui a cem anos que importância tem isto, quem se lembrará de nós? (&#8230;)&#8221;<br
/>&#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;(&#8230;) não somos nada nas mãos do acaso, e não há mais filosofia do que esta: deixar andar, tanto faz, hoje ou amanhã morremos todos, daqui a cem anos que importância tem isto, quem se lembrará de nós? (&#8230;)&#8221;<br
/> &#8211; <a
href="http://www.triplov.com/luiz_pacheco/index.html" target="_blank">Luiz Pacheco</a>, &#8220;<a
href="http://www.triplov.com/luiz_pacheco/fatima.html" target="_blank">Carta a Fátima</a>&#8220;, Plurijornal Soc. Editora, Setúbal, 1992, 500 expls.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.omanancialdanoite.com/livros/deus-do-caos-ou-a-filosofia-do-acaso/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Capicuas</title><link>http://www.omanancialdanoite.com/livros/capicuas</link> <comments>http://www.omanancialdanoite.com/livros/capicuas#comments</comments> <pubDate>Thu, 20 Apr 2006 12:14:31 +0000</pubDate> <dc:creator>Tiago</dc:creator> <category><![CDATA[Livros]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/capicuas</guid> <description><![CDATA[<p>&#8220;Mais um dia de noite&#8221;<br
/> &#8211; <a
href="http://www.triplov.com/luiz_pacheco/index.html" target="_blank">Luiz Pacheco</a>, escritor.</p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Mais um dia de noite&#8221;<br
/> &#8211; <a
href="http://www.triplov.com/luiz_pacheco/index.html" target="_blank">Luiz Pacheco</a>, escritor.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.omanancialdanoite.com/livros/capicuas/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Mário Viegas no Público</title><link>http://www.omanancialdanoite.com/livros/mario-viegas-no-publico</link> <comments>http://www.omanancialdanoite.com/livros/mario-viegas-no-publico#comments</comments> <pubDate>Tue, 04 Apr 2006 23:42:01 +0000</pubDate> <dc:creator>Tiago</dc:creator> <category><![CDATA[Livros]]></category> <category><![CDATA[Stand Up]]></category> <category><![CDATA[actor]]></category> <category><![CDATA[comédia]]></category> <category><![CDATA[entrevista]]></category> <category><![CDATA[Mário Viegas]]></category> <category><![CDATA[portugal]]></category> <category><![CDATA[Público]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/mario-viegas-no-publico</guid> <description><![CDATA[<p><img
class="alignleft" style="margin-left: 0px; margin-right: 15px;" title="Mario Viegas" src="http://olharateu.files.wordpress.com/2009/04/marioviegas.jpg" alt="" width="210" height="320" /> &#8220;Porque é que a genialidade encurta a vida?&#8221;, pergunda José Niza, músico e amigo de <a
href="http://www.companhiateatraldochiado.pt/marioviegas.php" target="_blank">Mário Viegas</a>, numa entrevista que deu ontem (dia 3 de Abril de 2006) ao <a
href="http://www.publico.clix.pt" target="_blank">Público</a>.</p><p>O jornal assinala os dez&#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
class="alignleft" style="margin-left: 0px; margin-right: 15px;" title="Mario Viegas" src="http://olharateu.files.wordpress.com/2009/04/marioviegas.jpg" alt="" width="210" height="320" /> &#8220;Porque é que a genialidade encurta a vida?&#8221;, pergunda José Niza, músico e amigo de <a
href="http://www.companhiateatraldochiado.pt/marioviegas.php" target="_blank">Mário Viegas</a>, numa entrevista que deu ontem (dia 3 de Abril de 2006) ao <a
href="http://www.publico.clix.pt" target="_blank">Público</a>.</p><p>O jornal assinala os dez anos da morte do actor com uma <a
href="http://coleccoes.publico.clix.pt/marioviegas/" target="_blank">colecção repartida em 12 volumes</a> (o primeiro livro + cd estará amanhã nas bancas) que agregam a sua discografia completa, incluíndo algumas gravações inéditas.</p><p>Quem já tentou empreender a ingrata tarefa de reunir o espólio discográfico do Mário Viegas &#8216;por conta própria&#8217; sabe bem o quanto essa genialidade a que o José Niza se refere encurtou a memória colectiva do país.</p><p>Valha-nos pois o engenho do Público (o diário, entenda-se&#8230;).</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.omanancialdanoite.com/livros/mario-viegas-no-publico/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>O princípio do fim</title><link>http://www.omanancialdanoite.com/livros/o-principio-do-fim</link> <comments>http://www.omanancialdanoite.com/livros/o-principio-do-fim#comments</comments> <pubDate>Wed, 22 Mar 2006 14:46:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Tiago</dc:creator> <category><![CDATA[Livros]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/o-principio-do-fim</guid> <description><![CDATA[<p>&#8220;Usar chinelos é o princípio do fim.&#8221;<br
/> &#8211;  Máxima nº 408 in &#8220;535 Máximas 535&#8243; de <a
href="http://o-manancial-da-noite.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/eastwood_da_silva">Eastwood da Silva</a>, edições &#038; Etc., 1999.</p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Usar chinelos é o princípio do fim.&#8221;<br
/> &#8211;  Máxima nº 408 in &#8220;535 Máximas 535&#8243; de <a
href="http://o-manancial-da-noite.weblog.com.pt/arquivo/2005/06/eastwood_da_silva">Eastwood da Silva</a>, edições &#038; Etc., 1999.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.omanancialdanoite.com/livros/o-principio-do-fim/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Como viver?</title><link>http://www.omanancialdanoite.com/livros/como-viver</link> <comments>http://www.omanancialdanoite.com/livros/como-viver#comments</comments> <pubDate>Mon, 06 Mar 2006 11:48:21 +0000</pubDate> <dc:creator>Tiago</dc:creator> <category><![CDATA[Livros]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.omanancialdanoite.com/dias-uteis/como-viver</guid> <description><![CDATA[<p>&#8220;Como viver? Não há outra pergunta séria.<br
/> Um velho com o braço direito partido folheia o jornal com a mão esquerda.<br
/> Penso: assim seria mais fácil.<br
/> O corpo a decidir por nós.<br
/> Olho para mim: os&#8230;</p>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Como viver? Não há outra pergunta séria.<br
/> Um velho com o braço direito partido folheia o jornal com a mão esquerda.<br
/> Penso: assim seria mais fácil.<br
/> O corpo a decidir por nós.<br
/> Olho para mim: os dois braços intactos.<br
/> Que fazer?&#8221;<br
/> &#8211; <a
href="http://www.goncalomtavares.com" target="_blank">Gonçalo M. Tavares</a>, Excerto de 1, (poesia) &#8211; Relógio d’ Água.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.omanancialdanoite.com/livros/como-viver/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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